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“Estou bem tranquilo” diz Gladson Cameli governador do Acre após ser denunciado por corrupçã0 e lavagem de dinheiro; veja vídeo

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Brasil – A procuradoria-Geral da República denunciou, na terça-feira 28, o governador do Acre, Gladson de Lima Cameli (PP) e outras 12 pessoas pelos crimes de organização criminosa, corrupção nas modalidades ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraude a licitação. A condenação dos crimes, somada, chega a 40 anos de reclusão.

O governador do Acre, Gladson Cameli (PP), se manifestou em suas redes sociais sobre a denúncia contra ele na Procuradoria-Geral da República, que pede o seu afastamento imediato do exercício do governo. Durante a sua participação da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas 2023 (COP 28), em Dubai, Cameli afirmou que está tranquilo.

“Acredito na minha consciência, não tenho dúvida da inocência dos fatos e será provada a nossa inocência. Mas ainda quero ressaltar que não há fatos novos”, garantiu.

 

Veja vídeo divulgado nas redes sociais do governador:

 

 

O Governador também se pronunciou em outra rede social:

 

OPERAÇÃO

A operação é realizada pela Polícia Federal (PF) e pela Procuradoria-Geral da República (PGR), com apoio da Controladoria Geral da União (CGU) e da Receita Federal.

De acordo com a CGU, os alvos da operação praticavam fraudes em contratações públicas no Acre com “com recursos da saúde, da educação e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), relacionadas à execução de obras de infraestrutura e serviços de manutenção predial”.

O governador foi proibido de se ausentar do país e terá que entregar o passaporte em até 24 horas. Ele também não poderá ter contato com outros investigados no caso.

A investigação tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e constitui desdobramento das fases I e II, deflagradas no ano de 2021, quando foi identificada organização criminosa, controlada por agentes políticos e empresários ligados ao Poder Executivo estadual acreano.

O STJ determinou a indisponibilidade de aproximadamente R$ 120 milhões, por meio do bloqueio de contas e sequestro de aeronaves, casas e apartamentos de luxo adquiridos como proveito dos crimes.

 

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