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‘Maninho de ouro’: Rosinaldo D’Ângelo se torna megaempresário com ajuda de Beto e Cristiano em Manacapuru

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'Maninho de ouro': Rosinaldo D'Ângelo se torna megaempresário com ajuda de Beto e Cristiano em Manacapuru

Amazonas – Um conto de riqueza repentina e ascensão meteórica está causando espanto em Manacapuru. Essa história é de ninguém menos que Rosinaldo D’Ângelo, irmão caçula do prefeito Beto D’Ângelo e do deputado estadual Cristiano D’Ângelo. Conhecido carinhosamente como “maninho de ouro”, Rosinaldo passou de um simples motorista de táxi a um megaempresário da cidade, deixando muitos intrigados sobre a fonte de sua fortuna.

A ascensão de Rosinaldo começou quando seu irmão, Beto D’Ângelo, assumiu o cargo de prefeito da cidade. Rapidamente, Rosinaldo teria sido empregado em um cargo comissionado, supostamente já recebendo um salário considerável de R$ 3 mil. No entanto, tal privilégio seria apenas para o querido irmão de sangue, já que para outros “camaradas” da cidade, supostamente a família apenas se contentaria em contratar aliados por um salário mínimo no Marfrico, abatedouro e frigorífico da família D’Ângelo.

Com a ajuda dos irmãos, em questão de poucos anos, Rosinaldo se transformou em um investidor de sucesso e um dos sócio-administradores do frigorífico da família, ao lado de seu irmão, o deputado estadual Cristiano D’Ângelo. Ele trocou seus táxis por picapes de luxo e passou a circular pela cidade como um verdadeiro magnata, residindo em uma mansão no centro de Manacapuru.

O rápido crescimento financeiro da família D’Ângelo levanta suspeitas e questões entre os habitantes locais. As numerosas e repentinas obras de expansão e reforma em empreendimentos associados a Rosinaldo D’Ângelo têm chamado a atenção da população, que se pergunta sobre a origem desses recursos e sua relação com o poder político da família.

Enquanto a riqueza continua a fluir para os D’Ângelo, os olhares críticos da comunidade permanecem voltados para as atividades do clã familiar. O mistério em torno da ascensão de Rosinaldo alimenta o debate sobre ética, transparência e nepotismo na política local, deixando claro que a fortuna e o poder nem sempre são adquiridos de maneira clara e justa.


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