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Decretos oficializam trocas de comando na Marinha e na Aeronáutica; saiba quem são

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Decretos oficializam trocas de comando na Marinha e na Aeronáutica; saiba quem são

Brasil – O Diário Oficial da União desta sexta-feira (30) oficializa trocas de comando na Marinha e na Aeronáutica. O almirante de esquadra Marcos Sampaio Olsen substitui Almir Garnier Santos na Marinha de forma interina, enquanto o tenente-brigadeiro do ar Marcelo Kanitz Damasceno substitui, a partir do próximo dia 2, Carlos Almeida Baptista Junior na Aeronáutica.

Na última quarta-feira (28), o Diário Oficial da União já havia oficializado a troca de comando no Exército, exonerando Marco Antônio Freire Gomes do cargo e nomeando o general Júlio Cesar de Arruda para exercer interinamente a função. A cerimônia de posse do novo comandante do Exército acontece hoje, às 10h, no Ministério da Defesa.

Saiba quem são:

Natural de Canoas, no Rio Grande do Sul, Damasceno ingressou na Aeronáutica em 1976 e foi promovido a tenente-brigadeiro em 2018. Antes de ser designado para o cargo de comandante, estava à frente do Estado-Maior da Aeronáutica.

Marcos Sampaio Olsen, por sua vez, terá a posse adiantada para este sábado (31/12). Ele ingressou na Marinha do Brasil em 1979. Após ter concluído o curso da Escola Naval, foi declarado Guarda-Marinha em 14 de dezembro de 1982. Atualmente, atuava como o comandante de Operações Navais, desde o dia 16 de dezembro de 2021.

O DOU já havia antecipado a troca no comando do Exército. Júlio Cesar de Arruda, escolhido pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o posto, assumirá antecipada e interinamente a partir desta sexta-feira (30/12).

Tanto o ato que nomeou os novos titulares da Marinha e Aeronáutica quanto o que exonerou Marco Antônio Freire Gomes como comandante do Exército foram assinados pelo presidente Jair Bolsonaro. O texto diz que a nomeação vem “a partir de 30 de dezembro de 2022, por necessidade do serviço, no âmbito do Comando do Exército”.

A antecipação para a nomeação do militar se dá pela pressão em volta do novo governo em relação à segurança de Lula, revista em virtude da organização bolsonarista nos arredores do Quartel-General do Exército, em Brasília, e das ameaças de atentados vistas nos últimos dias.


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