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“Eu sou mau” diz enfermeira acusada de matar 7 bebês

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Mundo – Uma enfermeira britânica acusada de assassinar sete recém-nascidos escreveu nem seu diário onde se culpava pelos crimes. “Eu sou mau, eu fiz isso”. Os crimes ocorreram em um hospital na Inglaterra.

Apesar de ter escrito essas palavras em 2016, Lucy Letby negou todas as acusações durante a sessão no tribunal de Manchester, nessa terça-feira (2/5).

De acordo com a investigação, os supostos crimes ocorreram na unidade neonatal do hospital Condessa de Chester, na Inglaterra, entre os meses de junho de 2015 e 2016. Entre as supostas vítimas da enfermeira, estavam cinco meninos e duas meninas. Ela estava presa desde o ano de 2020, à esperava do julgamento.

As investigações apontam que os crimes aconteceram na unidade neonatal do HospitalCondessa de Chester, no noroeste da Inglaterra, entre junho de 2015 e 2016. Em

depoimento, Lucy disse que começou a trabalhar na unidade após se formar. Ela também alegou que o que escreveu no diário reflete o estado de sua saúde mental

naquele periodo.

“Senti que devo ser responsável de alguma forma. Acho que, olhando para trás agora, estava realmente lutando e essa foi uma maneira de expressar o que não era capaz de

dizer a mais ninguém “, disse a acusada.

O júri começou a ouvir os depoimentos em outubro de 2022. Dentre as acusações da promotoria. Entre os casos, a promotoria acusou a enfermeira de matar dois dos trigêmeos, que nasceram no hospital, em um intervalo de 24 horas. Segundo eles, a britânica teria injetado ar logo após o nascimento dos bebês. Porém, Lucy reiterou que nunca machucaria uma criança sob seus cuidados. 

Ela negou as acusações e, em outro momento, disse que trabalhar no hospital foi “devastador”.

“Foi simplesmente devastador e mudou toda a minha vida. Fiquei perturbada, foi uma mudança de vida. Fui colocada em um papel não clínico do qual não gostei do ponto de

vista da autoconfiança, isso me fez questionar tudo sobre mim” disse

A suspeita já foi presa três vezes: em 2018, 2019 e 2020, período que aguardava o julgamento.

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