Bizarro: funcionário da ONU ajuda o Hamas a roubar corp0s de judeus mort0s em Israel; veja vídeo
Brasil – Na data de terça-feira (20/2), o especialista brasileiro em mercado financeiro, Leandro Ruschel, divulgou em seu perfil no Twitter/X um vídeo alarmante: um funcionário da ONU (Organização das Nações Unidas) auxiliando um membro do grupo terrorista Hamas a mover o corpo de um civil judeu. Este trágico evento remonta ao ataque perpetrado pelos terroristas contra Israel, datado de 6 de outubro de 2023. Câmaras de segurança registraram atividade criminosa ocorrendo na manhã do dia seguinte, no dia 7 de outubro. Veja:
O indivíduo identificado como colaborador da ONU é Faisal Ali Mussalem Al Naami, que figura nas filmagens vestindo preto. Notavelmente, Al Naami, funcionário da agência de assistência e obras das Nações Unidas para os refugiados palestinos no Oriente Próximo (UNRWA), desempenhava o papel de assistente social.

Ruschel denuncia em sua publicação que diversos colaboradores da ONU estiveram envolvidos com o Hamas durante o ataque terrorista, resultando no trágico falecimento de mais de mil judeus, muitos dos quais foram sujeitados a torturas e violências antes de sua execução. O atentado também resultou no sequestro de 253 israelenses.
https://twitter.com/leandroruschel/status/1759948087294931344
As forças de defesa de Israel recentemente descobriram um centro de comando do Hamas no subsolo de um edifício que abriga a sede da agência da ONU na Faixa de Gaza, onde armas e suprimentos do grupo terrorista foram encontrados. Essas revelações levaram diversos países a suspenderem os repasses de ajuda humanitária à agência.
A ONU tomou medidas ao demitir os funcionários implicados na colaboração com o Hamas e iniciou uma investigação para apurar os fatos. Ruschel conclui sua publicação apontando que, enquanto isso, o ex-presidente Lula anunciou planos para aumentar as doações do Brasil à agência, mesmo após as evidências de colaboração com terroristas.
Recentemente, o governo de Israel declarou Lula “persona non grata” em resposta aos comentários do presidente brasileiro que equipararam Israel a Hitler, feitos durante uma discussão sobre a atuação das forças israelenses na Faixa de Gaza. Essa declaração foi amplamente criticada por Israel, que considerou as palavras de Lula uma “vergonha”.
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