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sábado - 16 de abril de 2022

Alunos de faculdade americana exigem “sala de choro” aos ofendidos

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Alunos de faculdade americana exigem “sala de choro” aos ofendidos

Mundo – Estudantes da faculdade de Direito Georgetown Law, uma das mais conceituadas dos EUA, estão exigindo uma “sala de choro” aos alunos que se sentirem ofendidos.

A demanda apareceu em reunião entre alunos e administradores, após celeuma provocada por declarações do professor Ilya Shapiro sobre a intenção do presidente Joe Biden de indicar uma mulher negra para a Suprema Corte.

No Twitter, Shapiro comentou que a escolha de um juiz baseado apenas em raça e gênero deixaria o candidato ao posto marcado para sempre “com um asterisco”.

Isto foi o suficiente para o coro dos ofendidos baterem pé e cancelarem o professor e fazerem a esdrúxula exigência.

“Existe uma sala para onde eles [os magoados] possam ir?” perguntou o aluno. “Eu não sei como seria, mas se eles querem chorar, se eles precisam desmoronar, para onde eles podem ir? Porque estamos em um ponto em que os alunos estão saindo da aula para ir ao banheiro chorar”, disse uma aluna, em reunião testemunhada por um jornalista da National Review.

O reitor Mitch Bailin concordou com a aluna, dizendo a ela: “É muito, muito difícil sair de uma aula ou de uma reunião chorando, e você deve sempre ter um lugar no campus para onde possa ir.”

“Se você descobrir que não está conseguindo a pessoa com quem deseja conversar ou não está conseguindo o espaço de que precisa, entre em contato comigo a qualquer hora – a qualquer hora – e encontraremos espaço para você”, acrescentou Bailin.

O mesmo aluno que pediu um lugar para chorar também teria pedido ao reitor um pacote de “reparação” para alunos negros, que incluía dispensar os alunos na reunião de faltar à aula, de acordo com a National Review.

Shapiro, que deveria se tornar o novo diretor executivo do Centro de Georgetown para a Constituição, disse à Fox News que acredita que o debate público nos Estados Unidos está “quebrado”.

Com informações via Senso Incomum

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