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terça-feira - 17 de maio de 2022

Juíza é encontrada morta com marca de tiro dentro do carro de marido

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Juíza é encontrada morta com marca de tiro dentro do carro de marido

Brasil – O corpo da juíza Mônica Maria Andrade Figueiredo de Oliveira foi encontrado dentro de seu carro, nesta terça-feira (17), pelo companheiro dela, em Belém, no Pará.

O também juiz João Augusto Figueiredo de Oliveira Júnior encontrou o corpo dentro do carro no prédio em que os dois moravam, no edifício Rio Niño, em Nazaré. Ele mesmo pegou o carro e dirigiu até a porta da Divisão de Homicídios, onde ocorreu a perícia criminal.

Segundo relato de João Augusto, o casal teria tido uma discussão durante a noite de segunda-feira (16), quando a juíza resolveu pegar algumas roupas e disse que iria viajar.

Essa versão ainda é investigada pela polícia. O companheiro de Mônica é juiz titular da 1ª Vara da Infância e Juventude de Belém, ligada ao Tribunal de Justiça do Pará.

Intrigante

A morte da juíza Mônica de Oliveira continua intrigando os moradores.  Ela foi encontrada sem vida no carro do marido, o juiz João Augusto Figueiredo de Oliveira Júnior. O veículo, segundo ele, estaria no estacionamento do condomínio onde mora, no bairro de Nazaré, área nobre da capital paraense. O magistrado transportou o cadáver, no banco de passageiro, até a Divisão de Homicídios da Polícia Civil.

Até o momento sete exames periciais foram requeridos pela equipe de investigação, no entanto, um destes exames, que trata da coleta e análises de impressões digitais no carro do magistrado foi cancelado.

Segundo a polícia, o motivo para isso foi porque o objeto a ser analisado foi “prejudicado”, impedindo, portanto, a atuação dos papiloscopistas.

A Polícia Científica fará perícia de local de crime de violência contra pessoa sem cadáver no condomínio onde o casal de juízes morava. Também foi requerido exame de Quimica Forense/ Exame Residuográfico para verificar se há vestígios de pólvora e chumbo nas mãos do juiz João Augusto.

Vale lembrar que no boletim de ocorrência policial, o juiz destaca que ele tinha uma arma de fogo e que guardava a arma no veículo. A perícia encontrou uma perfuração por arma de fogo no peito da vítima. A necropsia no corpo da magistrada está em andamento.

Até o final da manhã, o magistrado ainda permanecia na sede da Divisão de Homicídios para prestar depoimento.

Com informações via Belém Online

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