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Luisa Mell é processada em R$ 15 milhões após invadir propriedade, roubar cadela de menino autista e deixar cães morrerem

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Veterinária expõem Luisa Mell: processada em R$ 15 milhões após invadir propriedade, roubar cadela de menino autista e deixar cães morrerem

Brasil – A ativista Luisa Mell, recentemente envolvida no caso da Capivara Filó, teve outras polêmicas ressuscitadas após o instituto que recebia seu nome romper com a famosa e mudar o nome para “Instituto Caramelo”. Desta vez, um caso do ano de 2018, envolvendo o sequestro de uma cadela da raça Borzoi, denominada Pia, recebeu novos detalhes chocantes.

Segundo a veterinária Ana Camila, que expôs detalhes do caso em um vídeo divulgado no último dia 4 de maio, Luísa Mell entrou em um canil de Luxo na cidade litorânea de São Sebastião e levou diversos cães da raça Buldogue além da cadela da raça Borzoi, chamada Pia. A raça proveniente da Rússia, segundo a veterinária, é rara no Brasil, com menos 20 exemplares registrados no país, custa mais de R$ 25 mil .

Segundo Ana Camila, no meio do transporte dos Bulldogues, dois deles acabaram morrendo por conta da falta de ventilação no local realizado pela equipe de Luísa Mell. Ainda, a equipe da famosa assinou que a cadela Pia teria morrido posteriormente.

A família que processa a influencer em R$ 15 milhões sustentou as acusações e dizem que a veterinária do Instituto, Marina Passadore, emitiu e assinou laudos falsos. “Até a Justiça aceitou esses laudos(…) Ai, o medo da Imprensa, o medo dos cancelamentos e dos haters”, e ainda coletaram evidências de que implantaram um outro chip de identificação no animal para vendê-la para outras pessoas, sendo que o animal era adestrado como um cão cuidador utilizado para o tratamento do espectro autista do filho da família. Ou seja, teriam simulado a morte do animal.

No mês de abril, Instituto Luisa Mell, que recebia o nome da ativista, rompeu com a famosa e mudou o nome para “Instituto Caramelo” alegando que a famosa nunca havia sequer feito nenhuma doação para ajudar a instituição que possuía o nome dela. Quais serão os próximos capítulos deste caso ?


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