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Denúncia: pacientes sofrem com falta de atendimento e segurança nos hospitais de Manaus; veja vídeos

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Manaus – Pacientes e acompanhantes do Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, localizado na zona leste de Manaus, denunciam uma situação alarmante de falta de segurança e descaso no atendimento médico. Segundo relatos, todos no local correm o risco de serem alvos de criminosos.

“Estou vendo a hora de bandidos invadirem aqui para matar pacientes e a gente ser assaltado”, desabafa a denunciante, visivelmente preocupada com a situação do hospital. Ela ressalta ainda a ausência total de seguranças na entrada da emergência, onde está sendo permitido que qualquer pessoa entre e saia do local sem qualquer controle.

A situação é ainda mais grave devido à falta de atendimento médico. De acordo com a denunciante, o hospital alega que não está realizando atendimentos por falta de pagamento aos profissionais de saúde pública.

“Corremos o risco de ser assaltado, de entrar bandido aqui de noite. Tá perigoso, eu sou acompanhante e estou com medo”, declara.

Ouça os relatos: 

SPA EM CRISE 

A falta de atendimento e negligência no Serviço de Pronto Atendimento (SPA) do bairro Alvorada, localizado na zona Centro-Oeste de Manaus, também tem sido motivo de dor de cabeça para os pacientes que buscam um atendimento médico de urgência.

Em um vídeo, uma denunciante denuncia que a mãe, uma idosa com suspeita de covid-19, estava há horas aguardando o atendimento médico e nem no sistema do SPA a mesma teria sido inclusa, tornando a espera em vão.

Nas imagens registradas, é possível ver o tumulto na sala de espera, com vários idosos e gestantes aguardando serem chamados.

Um dos idosos chega a dizer que está aguardando atendimento médico há cerca de três horas no local. A denunciante relata ainda que os nomes que chamam para atendimento médico são de pessoas que nem estão aguardando a vez, tornando o sistema uma farsa.

Veja o vídeo:

Os relatos apontam para um cenário de total negligência com a segurança e a saúde pública, colocando pacientes e acompanhantes em risco, não só pela falta de socorro imediato, mas como a de ausência de medidas básicas de proteção nos locais.  Alem disso, a suposta paralisação dos serviços médicos são questões que exigem uma resposta urgente das autoridades competentes para garantir a integridade e o bem-estar de todos no hospital.

 


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